“Se não for possível evitar a prévia, vamos avançar no processo”, Nestor Schwertner sobre disputa interna

17 de novembro de 2022 - 14:31
Por Sônia Bettinelli

Internamente o PT de São Leopoldo está com uma pauta importante, delicada e espinhosa. Quem será o nome entre Nestor Schwertner, Marcel Frison e Ana Affonso para disputar a Prefeitura como sucessor de Ary Vanazzi. Mesmo que alguns digam que antecipar a disputa eleitoral de 2024 não é bom para o governo, dificilmente haverá consenso entre os três para engavetar o debate até final de 2023 ou abril de 2024. Ana Affonso foi a primeira a dizer no Berlinda News Entrevista que sua trajetória política faz dela um fator decisivo para a escolha do partido, não necessariamente para ser o nome (há impedimento legal por ser cunhada de Vanazzi), mas para definir quem será. Hoje (17) no Berlinda News Entrevista o vereador Nestor Schwertner que está em seu 7º e último mandato na Câmara de Vereadores, falou sobre sua convicção de concorrer internamente para ser o escolhido. Confira as principais falas de Nestor.

Respeito a Vanazzi

“A eleição nacional desenhou um novo mapa político e aqui em São Leopoldo também temos um processo que está em aberto após Vanazzi encerrar seu segundo mandato totalizando 8 anos como chefe do Executivo entrando para a história como o único a conquistar isso. Lembrando que ninguém de nós ousou concorrer enquanto o Vanazzi era o nosso grande nome.”

Sem drama e sem trauma

“Temos que praticar a democracia, mas é evidente que do ponto de vista interno, se buscará evitar a prévia, mas se não for possível, vamos avançar no processo. Às vezes a prévia é mais traumática, mas eu não vejo drama e nem tenho trauma porque disputar é ganhar ou perder sempre dentro de todas as regras postas.”

Números/régua

“Quem é da política tem que ter pretensões, enxergar seu lugar e respeitar os eleitores. E os indicadores do novo mapa político tem como régua os números (urnas). É legítima a vontade de concorrer e o PT tem isso de respeitar e garantir a decisão. Vamos comparar a régua, acompanhar o desdobramento com o comportamento democrático popular, lembrando que ninguém é candidato de si mesmo.”

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