Pela segunda vez, Stihl está entre as melhores empresas da indústria para se trabalhar no Brasil

13 de dezembro de 2021 - 08:03

A Stihl é a 11ª Melhor Indústria para se Trabalhar no Brasil. Esta é a segunda edição do ranking nacional desta área e foi promovido pelo instituto Great Place to Work (GPTW), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A empresa que tem sede no bairro São Borja em São Leopoldo se manteve na lista, pois já constava entre as melhores do segmento no ano passado. Esta conquista soma-se à anterior da organização, que já figura entre as Melhores Empresas Para Trabalhar no Brasil em 2021.

“Acreditamos que o maior ativo da STIHL são as pessoas. Desta forma, na mesma linha do desenvolvimento do negócio, é necessário criar novas perspectivas de crescimento; enaltecê-los de forma ampla, como profissionais e indivíduos; e também, dentro destes pontos norteadores, oferecer uma série de benefícios – nas áreas de saúde, educação, financeira, lazer, bem-estar, entre outros – com foco na valorização e na capacitação. As melhores práticas de gestão de pessoas são combustíveis para que, de forma alinhada com a estratégia da empresa, seja possível alcançar resultados de sucesso”, ressaltou o diretor de Recursos Humanos da STIHL, Diego Pereira.

Recentemente, a STIHL realizou o anúncio de um importante investimento para construção de um novo vestiário para os colaboradores, que já começou a ser erguido. O movimento está alinhado com o aumento das contratações na empresa, que desde junho do ano passado somam mais de 1.400 admissões. O espaço será amplo e oferecerá serviços de saúde e bem-estar aos funcionários.

Dentro dos 2.560 m², serão estruturados consultórios clínicos, odontológicos, de fisioterapia, espaço para amamentação e sala multidisciplinar para terapia familiar, além de uma área de 600 m² para o descanso dos funcionários após as refeições. Também serão instalados 3 mil armários, mais de 40 chuveiros e área para descarga de uniformes.

Visando a sustentabilidade, a STIHL instalará um sistema de aquecimento solar de água com placas térmicas para uso nos chuveiros e na cozinha do restaurante (já existente), desta forma, estima-se reduzir 40 mil m³ de gás natural anualmente, oportunizando uma diminuição de até 10 toneladas de CO2 por ano. Para reduzir a quantidade de água bruta consumida pelos sanitários, serão instalados reservatórios de águas pluviais com autonomia de, no mínimo, dez dias sem a incidência de chuvas. A previsão de finalização do prédio do novo vestiário é para o segundo trimestre de 2022.

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