Polícia Civil faz operação contra tráfico de drogas em Sapucaia do Sul, Canoas e POA

7 de dezembro de 2021 - 08:19

Até o momento são 21 presos, drogas prontas para a venda, celulares, e aproximadamente R$ 16 mil reais na Operação Turno Final que está  ocorrendo na manhã desta terça-feira (7) pela  Polícia Civil, em parceria com a Brigada Militar, contra o  tráfico  e associação para o tráfico. A PC cumpre 60 mandados nos município de Sapucaia do Sul, Canoas e Porto Alegre.

São 44 ordens judiciais de busca e apreensão e 16 de prisão preventiva. Até as 7h50min, 17 pessoas já haviam sido presas. Foram 09 (nove) meses de investigação contra uma rede de tráfico de drogas com atuação na cidade de Canoas e região metropolitana. Durante as investigações foram realizadas 28 prisões em flagrante delito de membros que integram o grupo criminoso investigado.

O Delegado Rodrigo Caldas afirma que “A operação  é o resultado da necessidade de ser realizada uma ação contundente na região, de forma a reprimir o tráfico de forma ampla, focando nas lideranças.” E que “os traficantes locais passaram a assumir uma postura semelhante a uma milícia, oprimindo os moradores, retirando-os de suas casas, determinando toques de recolher e os obrigando a pintar fachadas e muros, que antes continham referências expressas a grupos de tráfico de drogas”.

O Ten Cel Jorge Dirceu Filho afirma que “essa é mais uma operação integrada no combate a criminalidade organizada de Canoas, contribuindo para a manutenção dos baixos índices de criminalidade no município.” Este tipo de ação “imprime redução direta no tráfico, mas também, de maneira indireta na redução de outros crimes como roubo a pedestres, residências, veículos.”

O Diretor da 2ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana – 2ªDPRM, Regional de Canoas, Delegado Regional Mario Souza destaca que “é o reflexo positivo da continuidade do trabalho investigativo da Polícia Civil, que sempre busca os maiores e mais importantes responsáveis pela criminalidade.” E que “chama atenção os artifícios utilizados pelos narcotraficantes para tentar despistar as ações policiais, como por exemplo: a colocação de criminosos de menor importância no crime como alvos para primeira prisão da Polícia; e também a “ideia de manutenção da segurança de alguns bairros da cidade para buscar a simpatia da comunidade.”

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