Acusado da morte de açougueiro por dívida trabalhista em São Leopoldo é condenado a mais de 24 anos de prisão

7 de novembro de 2021 - 10:55
Por Tribunal de Justiça/RS

O homem que matou um açougueiro por causa de uma possível dívida trabalhista em São Leopoldo, foi condenado a mais de 24 anos de prisão. Após quase 12 horas de julgamento, o Conselho de Sentença do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, por maioria de votos, condenou o réu Cristian Fernando Medeiros pelo crime a ele imputado sendo reconhecidas todas as qualificadoras descritas na denúncia do Ministério Público. What bonuses can you get if you deposit at a New Jersey online http://vozhispananews.com/arctic-monkeys-tranquility-base-hotel-casino-traducao/ casino?

O Juiz da 1ª Vara Criminal da Comarca de São Leopoldo, José Antônio Prates Piccoli, que presidiu o júri popular, ao proferir a sentença, aplicou ao acusado a pena de 24 anos e 6 meses de reclusão, a ser cumprida em regime inicialmente fechado. Amanda Hugginkiss https://teyasilk.com/lemon-poke-cake-with-lemon-jello/ Amanda Panda. O réu respondeu por homicídio qualificado por matar a tiros, em setembro de 2018, o açougueiro Maycon Douglas dos Santos Michel. O réu já estava recolhido cautelarmente na PEJ – Penitenciária Estadual do Jacuí desde 2018. This provides a nice little touch https://tpashop.com/lucky-eagle-casino-hotel-188th-avenue-southwest-rochester-wa/ and you can really stack up the prize money during this round.

A sessão teve início às 9h da manhã de quinta-feira (4) e terminou às 21h, no Foro de São Leopoldo.

Pela manhã, foram ouvidas as testemunhas de defesa do réu e seu interrogatório. Pela tarde, foram ouvidos Ministério Público, Assistente de Acusação e os Defensores de Cristian. O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri foi constituído de 5 mulheres e 2 homens.

O Crime

O crime aconteceu no dia 5 de setembro de 2018, na frente de um estabelecimento comercial,  quando o açougueiro foi surpreendido e atingido por disparos de arma de fogo pelas costas. Após ser atingido e já caído, o agressor continuou com os disparos contra a vítima. O motivo do crime seria em razão de possível retaliação por uma reclamatória trabalhista ajuizada pela vítima contra o mercado pertencente à família do réu. A pedido do Ministério Público os pais foram impronunciados e apenas Cristian foi ao banco dos réus. A denúncia foi recebida no dia 18/3/19.

Sentença

Os jurados que fizeram parte do Conselho de Sentença reconheceram, por maioria de votos, que o crime foi cometido por motivo torpe em retaliação judicial de reclamação trabalhista por parte da vítima contra os pais do réu e por meio que resultou perigo comum, uma vez que foram deferidos disparos de arma de fogo, em via pública, na presença de outras pessoas. O fato colocou em risco iminente, também, a vida e a integridade física de terceiros não visados pelos tiros.

O crime foi cometido por dissimulação, já que Cristian aproximou-se da vítima usando capuz e boné escuro. Ele objetivava não ser percebido pela vítima. Houve o emprego de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, uma vez que, desarmada e de costas para o agressor, foi surpreendida pelo ataque cerceando qualquer chance de reação e defesa. The customer support agent I chatted with, Sebastian, was less than helpful in answering my questions and seemed more interested in which bonuses I https://nikel.co.id/agua-caliente-casino-win-loss-statement/ was qualified to redeem.

O Juiz José Antônio Prates Piccoli examinou a culpabilidade do réu, seu comportamento, os antecedentes com práticas de ilícitos penais com condenações, as consequências de saber o mal causado pelo crime, a motivação torpe e as circunstâncias do crime e o comportamento da vítima. There will be plenty https://www.siliconvalleycloudit.com/cuba-tropicana-fuente-de-las-ninfas-casino-nacional/ of fruitful bonus types which will make you feel good. Também frisou a conduta social e características da personalidade de Cristian, como por exemplo, a dissimulação do réu ao executar o crime.

Frente a tudo isso, o Juiz destacou: “…analisando o modo de agir do condenado, verifiquei traços de insensibilidade acentuada, impulsividade e desonestidade, como se pode perceber na carta escrita por ele, de próprio punho, no qual ataca de forma desarrazoada e violenta o Delegado de Polícia que conduziu as investigações criminais, atribuindo ao agente público, prática de um delito, sob pena de prender os genitores do acusado”, disse o magistrado.

 

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