No laboratório de Hidrobiologia da ETA 2, Semae monitora sinais de poluição na água

2 de setembro de 2021 - 13:50

O Semae possui um Laboratório de Hidrobiologia localizado na Estação de Tratamento de Água Imperatriz Leopoldina – ETA 2, cuja função é identificar substâncias que possam prejudicar a saúde. As análises, que são feitas em amostras de água bruta, filtrada, tratada e distribuída, são utilizadas para analisar parâmetros relacionados aos indicadores aquáticos exigidos pela portaria de potabilidade (Portaria GM/MS 888/21), do Ministério da Saúde. Também são utilizadas para definir ações da ETA.

De acordo com a diretora de Operação, Viviane Feijó, este monitoramento previne problemas e identifica causas de gosto e odor na água. “A contagem de algas e cianobactérias é um importante parâmetro utilizado. Estes microrganismos liberam toxinas que podem gerar problemas hepáticos, neurológicos, distúrbios gastrintestinais, reações respiratórias e alérgicas”, destaca Viviane. A diretora ainda reforça que, devido a captação superficial no Rio dos Sinos, o sistema de abastecimento de São Leopoldo não apresenta resultados significativos para esses parâmetros, mas por precaução, é feito o monitoramento além do exigido na portaria.

Além disso, o monitoramento também é utilizado para definir dosagens de carvão ativado e identificar a presença de efluentes industriais. O Laboratório de Hidrobiologia ainda contribui para a operação dos filtros de areia que, com a presença de determinadas algas, podem obstruir mais facilmente. Por meio deste e diversos outros controles e monitoramentos, o Semae trabalha para que seus usuários tenham sua saúde protegida e recebam água de qualidade.

 

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