Frio aquece a solidariedade com ações do poder público e da iniciativa privada

29 de junho de 2021 - 18:15
Por Isabella Belli

No Berlinda News Entrevista dessa terça-feira (29) falou sobre solidariedade. Como convidadas, recebemos no estúdio a diretora da Proteção Social Básica, Carolina Cerveira e uma das integrantes do Grupo Coronavida, Jaque Guedes;

De acordo com Carolina, a crise econômica, consequência da pandemia, tem feito crescer o número de pessoas precisando de ajuda. “A pandemia também trouxe o desemprego o que torna inviável comprar uma roupa, por exemplo, ou uma fralda, todos os tipos de produtos básicos na verdade. Só na campanha do agasalho temos mais de 40 apoiadores de diversos setores e essa união isso faz de fato aumentar o tamanho da solidariedade”, afirmou ela que ressaltou quais são os itens que o Banco Municipal do Agasalho mais está precisando.

Nesse momento de frio intenso, precisamos de casaco grosso, roupas de lã, meia e cobertores. Colchão também é algo que também, por conta do excesso de umidade e chuva, as pessoas acabam perdendo, além de roupa de criança também.”

Coronavida

Jaque, que participa de diversas ações solidárias pelo Coronavida como doações de roupas e agasalhos, cestas básicas, além de distribuição de refeições, ressaltou a necessidade de colchões para aqueles que vivem em situação de vulnerabilidade. “As roupas que as pessoas doam, muitas vezes eles têm que fazer de colchão. Então é duro, a gente vai lá e vê. Falta perspectiva para essas famílias, falta tudo”, contou ela que já está estendendo as ações para além do bairro Campina, onde o Coronavida nasceu. “A gente já tem uma lista de pessoas que nos pedem ajuda todos os meses, então não é só na Campina, é também na Progresso, no Rio dos Sinos, ou seja, nos arredores ajudamos com tudo que podemos.”

Reutilização

Segundo Carolina, as pessoas estão tendo mais cuidado com o que doam e não estão entregando muitos itens que não são possíveis usar. Ainda sim, o que chega e que não é utilizável, acaba tendo outro destino. “Ainda tem um percentual de descarte, às vezes até por falta de entendimento de quem doa. Isso acaba nos dando um certo trabalho porque fazemos antes uma triagem. Ainda sim, tentamos não descartar tudo, porque aproveitamos para fazer acolchoados, então tudo que podemos aproveitar, nós aproveitamos.”

Quem ainda tiver dúvidas sobre como doar ou quiser mais informações, basta clicar aqui.

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