Aulas presenciais: Vanazzi e Ceprol divergem sobre condições ideais

15 de junho de 2021 - 13:28
Por Sônia Bettinelli

O prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi (PT), e a presidente do Ceprol/Sindicato, Andréia Nunes, defendem condições diferentes/divergentes  para volta às aulas presencial nas escolas municipais. Para Vanazzi, aula presencial depende da ocupação dos leitos e número de casos positivos na cidade. Já Andréia diz que está sendo construído o retorno às escolas com uma série de itens que vai da etiqueta social, EPIs, equipamentos até escolas que foram construídas há 80 anos, sem condições de segurança sanitária e  necessidade de mais servidores para a higienização e assim dar conta dos protocolos.

O que disse Vanazzi

” Para retornar com atendimento presencial  nas escolas, precisamos de condições técnicas do atendimento de saúde, ou seja, o número de leitos clínicos e da UTI e o número de casos ativos do vírus precisam estar com uma ocupação menor. Quando o número de casos ativos estiver em 70, 80 é sinal que teremos condições de atendimento para quem precisar de internação.” (7 de junho)

O que disse Andréia Nunes

“Construir o retorno às escolas significa ter  todos os EPIs, equipamentos, plano de contingência e etiqueta social de não abraçar.  Temos escolas construídos há 80 anos sem janela, ou a janela abre para um corredor, outra sala, não tem circulação de ar, vocês conhecem as escolas. Outra coisa, a higienização é fundamental. Não basta uma pessoa, um profissional para dar conta da higienização quando a criança vai ao banheiro, quando sai da mesa, enfim, são muitos cuidados”. (15 de junho)

Vitória

Andrei Rex e Andréia Nunes, respectivamente Sindisaúde e Ceprol, comemoram a antecipação da 1ª parcela do 13° salário para os servidores, inclusive diante de um passado de necessidade de empréstimos para ter direito ao benefício.

 

Notícia anterior
Próxima notícia

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Escute a rádio ao vivo